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BEĨ EDUCAÇÃO

13/05/2019

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Fundada em 1990, a BEĨ Editora conta, em seu catálogo, com livros de arte, arquitetura, design, fotografia e gastronomia, destacando-se pela originalidade de suas publicações e pela excelência de seus projetos gráficos. Essa experiência garante-lhe uma sólida expertise na edição de obras de qualidade e a chancelam como uma empresa única no mercado editorial brasileiro.

Paralelamente à atividade editorial, a BEĨ organiza as plataformas Arq.Futuro, que tem como objetivo contribuir com a melhoria da qualidade de vida das cidades do Brasil por meio da articulação de diversos especialistas em arquitetura e urbanismo, e Por Quê? –
Economês em bom português, que procura explicar conceitos básicos de economia e educação financeira para o público não especializado.

Recentemente, a BEĨ deu um novo passo com a criação da BEĨ Educação, desenvolvendo projetos educacionais dirigidos a estudantes dos ensinos Fundamental e Médio:

– Aprendendo a lidar com o dinheiro, uma introdução à educação financeira,

– Aprendendo a viver na cidade, que apresenta temas essenciais do urbanismo contemporâneo, e

Bancos indígenas do Brasil, sobre a importância da arte e da cultura indígena no país.

APRENDENDO A LIDAR COM DINHEIRO

Como a educação financeira pode contribuir para vencer o preconceito e a resistência do jovem à matemática?

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Aprendendo a lidar com dinheiro possibilita ao educador trabalhar, nas aulas de matemática, conceitos como dinheiro e orçamento a partir de uma abordagem socioemocional, estimulando nos alunos a autonomia, o protagonismo e o empreendedorismo.

Durante o curso, os alunos serão desafiados a aplicar o conhecimento adquirido em um projeto interdisciplinar, desenvolvido por meio de atividades coletivas; dessa forma, pretende-se oferecer aos jovens instrumentos que os ajudem a fazer escolhas conscientes e racionais durante a sua jornada pessoal e profissional.

O material adota a metodologia de ensino orientada para projetos e é composto de:

Livro do Aluno

– 44 aulas;

– 9 músicas criadas pelo rapper MMoneis.

Conteúdos de matemática do 9º ano do Ensino Fundamental aplicados à educação financeira de acordo com a BNCC.

Caderno dos Professores

– Orientações para os educadores sobre o uso do Livro do Aluno;

– diretrizes para o desenvolvimento do projeto;

– ferramentas de planejamento;

– aplicação e avaliação de conteúdos de matemática financeira;

– metodologia Teoria na Prática;

– passo a passo do plano pedagógico.

O autor Paulo Costa, economista e doutorando pela Universidade Harvard, apresenta os conteúdos de matemática de forma prática por meio de uma linguagem de fácil compreensão. Atualmente trabalha em um segundo livro sobre empreendedorismo para o Ensino Médio.

APRENDENDO A VIVER NA CIDADE

Os jovens brasileiros estão sendo formados para assumir o protagonismo e intervir na cidade em que vivem?

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Aprendendo a viver na cidade baseia-se em uma abordagem e uma linguagem inovadoras para apresentar aos estudantes diversas experiências da vida urbana e discutir as várias formas de participação cidadã em um mundo cada vez mais urbanizado.

Destinado a alunos dos ensinos Fundamental ii e Médio, o material é um guia para o exercício da cidadania. As atividades levam o jovem a assumir responsabilidades e dá ferramentas para que ele crie, coletivamente, alternativas transformadoras para o ambiente em que vive.

O material adota a metodologia de ensino orientada para projetos e é composto de:

Livro do Aluno

– 40 aulas;

– 21 animações sobre temas urbanos;

– 11 músicas criadas pelo rapper MMoneis;

– 14 playlists da série CitiesX, desenvolvidos pela Universidade Harvard;

– sugestões de leitura e de filmes;

– raps e vídeos da série Cidade Cidadão.

Caderno dos Professores

– Orientações para os educadores sobre o uso do Livro do Aluno;

– diretrizes para o desenvolvimento do projeto;

– metodologia Teoria na Prática.

Recém-lançado pelo Arq.Futuro e elaborado em parceria com os arquitetos Vinicius Andrade e Beatriz Vanzolini, o curso é voltado a escolas que procuram estimular no aluno o pensamento crítico a respeito de temas do seu cotidiano e que pretendem formar jovens aptos a enfrentar os desafios das cidades do século xxi.

ARTE INDÍGENA NAS ESCOLAS

Como o contato com uma das mais importantes manifestações de artistas indígenas brasileiros pode nos ajudar a entender melhor a construção do nosso país?

Ficha

Os índios estão entre nós. Ou somos nós. Recentemente, pesquisas apontaram a presença de DNA indígena em

grande parte da população brasileira de pele branca; os povos originários das terras brasileiras legaram ao país palavras, hábitos, padrões estéticos e de comportamento. Apesar de sua imensa importância na formação brasileira, entretanto, pouco se fala, pouco se pensa e pouco se sabe sobre a cultura indígena do país.

O projeto Bancos Indígenas do Brasil foi idealizado e estruturado pela  BEĨ  Educação com o objetivo de oferecer aos estudantes aprofundamento sobre a cultura indígena por meio do contato com a estética, o design, a forma e o significado de uma das mais importantes manifestações da arte indígena: os bancos.

Durante as aulas, os estudantes poderão refletir sobre a simbologia e o universo cultural das etnias que criam essas peças, conhecendo as técnicas usadas pelos indígenas na construção de seus próprios bancos.

O material é composto de:

– Kit com 10 bancos de madeira originais de diferentes etnias indígenas;

vídeos com depoimento do artista da etnia Mehinaku;

– vídeo de 12 minutos sobre a produção dos bancos em aldeia indígena Kaopana do Alto Xingu;

– fichas de desenho, texto e recorte para trabalho nas oficinas de arte;

– fichas de apoio/planejamento para professores;

– material de trabalho para oficinas (lápis, caneta para colorir, borracha, tesoura, apontador);

– banner com mapa do Brasil localizando as aldeias indígenas que produzem os bancos reproduzidos no projeto.

CONHEÇAS AS NOSSAS PLATAFORMAS:

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Mmoneis, André Bueno, Esze de Doins e William Nascimento: PARQUES URBANOS DE SÃO PAULO

06/05/2019

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LANÇAMENTO | Parques Urbanos de São Paulo

03/05/2019

COMPRE AQUI!

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Bancos indígenas do Xingu no Espaço Cultural Contraponto

12/04/2019

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BEĨ na SP-ARTE

04/04/2019

De hoje a domingo, 4-7 de abril, acontece a SP-Arte 2019, o maior festival de arte da América Latina.

A BEĨ estará em seu estande com preços especiais em alguns dos seus principais títulos e lançamentos.

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Bancos Indígenas do Xingu na SP-ARTE

Oito artistas das etnias Kamayurá, Mehinaku e Waujá, que figuram também na Coleção BEĨ de bancos indígenas, apresentam trabalhos trazidos diretamente do Xingu.

As peças estão expostas no estande Bancos Indígenas do Xingu, no setor de design da feira.

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15ª edição da SP-Arte | 4 a 7 de abril de 2019

Quinta a sábado (4 a 6 de abril) : 13h–21h

Domingo (7 de abril): 11h–19h

Informações sobre ingressos: sp-arte.com

Pavilhão da Bienal | Parque Ibirapuera, portão 3

Estande BEĨ  Editora: térreo, ED1

Estande Bancos Indígenas do Xingu: 3º piso, DS14

Estacionamento no Parque com Zona Azul.

 

Conheça o site da Coleção BEĨ de bancos indígenas  

colecaobei.com.br

 

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Dia 27 de fevereiro | Lançamento APRENDENDO A VIVER NA CIDADE

14/02/2019

 

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Destinado a alunos do Ensino Fundamental e Médio, o livro “Aprendendo a viver na cidade” traz um curso com metodologia inovadora para discutir a participação de jovens num mundo cada vez mais urbanizado

Concebido pelos arquitetos Vinicius Andrade Beatriz Vanzolini, em conjunto com a equipe da plataforma Arq.Futuro, o curso “Aprendendo a viver na cidade” tem como objetivo despertar os jovens para a importância de compreender a cidade, ao mesmo tempo descobrindo como interferir nela. O curso é entregue em formato de livro – que já pode ser encontrado nas livrarias – e será lançado oficialmente na Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, no próximo dia 27/02. O curso conta com vídeos e áudios da série Cidade Cidadão, acessíveis por QR Code ou pelo site do Arq.Futuro. Os professores que pretenderem implementá-lo em sala de aula terão acesso a um Caderno dos Professores, em formato digital, com sugestões e propostas pedagógicas.

O curso se baseia na constatação de que, desde 2007, mais da metade da população mundial vive em cidades; no Brasil, a população é majoritariamente urbana desde a década de 1970.  ‘Aprendendo a viver na cidade’ mostra como aconteceu esse processo e quais são suas consequências, traçando um histórico do desenvolvimento das cidades, do conceito de urbanismo e apresentando estudos de caso retirados da realidade brasileira. “Mais que oferecer informação, nosso objetivo é estimular a reflexão e, sempre que possível, a ação”, afirma a autora Beatriz Vanzolini.

Cada capítulo do livro é dividido em aulas que explicam conceitos-chave do urbanismo moderno, detalham os desafios enfrentados pelos grandes centros urbanos e oferecem aos jovens as ferramentas para melhorar sua qualidade de vida. As aulas trazem ainda projetos e atividades que consolidam o aprendizado e dicas de livros e filmes que aprofundam o conteúdo. Vídeos exclusivos e raps compostos por Rafael Gomes, o MC MMoneis, sintetizam os temas apresentados de forma bem-humorada e objetiva.

O arquiteto Vinicius Andrade explica que “a cidade é a extensão da nossa casa, e a qualidade de vida que ela oferece está diretamente relacionada às ações de seus moradores”. É este, na realidade, o grande foco do livro. Para Tomas Alvim, do Arq.Futuro, “o curso aborda a cidade sob a perspectiva do morador, estabelecendo a relação com o território e promovendo o espírito crítico para a atuação cidadã”.

Aprendendo a viver na cidade é um guia para o exercício da cidadania, um curso que permite ao jovem assumir suas responsabilidades e criar, coletivamente, o ambiente em que vive.

SERVIÇO | LANÇAMENTO – APRENDENDO A VIVER NA CIDADE

Data: 27/02

Horário: 19h

Programa:

19h – Bate papo entre a autora Beatriz Vanzolini e Regina Meyer (Doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo, professora titular da FAU-USP).

20h – Assinaturas dos autores

Local: Escola da Cidade

Endereço: Rua General Jardim, 65 – Vila Buarque

 

SOBRE OS AUTORES

Arq.Futuro

O Arq.Futuro é uma plataforma que reúne as mais importantes personalidades, inovações e projetos de arquitetura e urbanismo da atualidade, com o objetivo de contribuir para a melhoria do ambiente construído e da qualidade de vida nas cidades do Brasil. Ao envolver o público brasileiro nos debates sobre arquitetura de qualidade e a necessidade de maiores investimentos em infraestrutura e serviços, o Arq.Futuro pretende contribuir para o crescimento sustentável e justo do país, ao mesmo tempo abrindo espaços para a discussão ampla sobre o desenho e a gestão das cidades. Entre os temas abordados nos eventos organizados pela plataforma estão espaço público, habitação, mobilidade e transporte, infraestrutura, educação, tecnologia, patrimônio arquitetônico e cultural e engajamento. Todo conteúdo gerado pelo Arq.Futuro é registrado e disponibilizado em diversos formatos, que incluem a publicação de livros físicos e digitais e a produção de material audiovisual com imagens e vídeos exclusivos. Mais informações: www.arqfuturo.com.br.

Beatriz Vanzolini

Arquiteta e Urbanista, com formação pela Associação de Ensino de Arquitetura e Urbanismo – Escola da Cidade, em 2009, onde está cursando Pós-Graduação em Arquitetura, Educação e Sociedade. Desde 2018 desenvolve projetos de educação junto ao Arq.Futuro. É autora do livro “Aprendendo a viver na cidade”, professora do Curso Executivo “Inovação Urbana: novas formas de se fazer cidade”, realizado pelo Insper em parceria com o Arq.Futuro, e Professora Assistente de Urbanismo pela Escola da Cidade.

Vinicius Hernandes de Andrade

Arquiteto e Urbanista, formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, em 1992. Sócio-Fundador do escritório Andrade Morettin Arquitetos Associados. Lecionou na Universidade Braz Cubas de 1995 a 1996, leciona na Escola da Cidade desde 2005, e é coordenador do curso executivo de Inovação Urbana realizado no Insper. Eleito vice-presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil – São Paulo para a gestão 2014 – 2016, eleito conselheiro no CAU-sp para o triênio 2018 -2020. Atualmente é membro do conselho cientifico responsável pela curadoria do evento 27o. Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2020 RIO.

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LANÇAMENTO | Aprendendo a viver na cidade

15/01/2019

A  BEĨ Editora e o Arq.Futuro apresentam o livro APRENDENDO A VIVER NA CIDADE.

Aprendendo a viver na cidade é composto por 40 aulas, que une a teoria e a prática. Mais que apenas oferecer informação, a edição busca estimular a reflexão e, sempre que possível, a ação. A edição também traz sugestões de livros, vídeos e filmes para que o leitor amplie seu conhecimento para além dos conteúdos do livro.

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Denise Milan bate-papo com o curador Gabriel Pérez-Barreiro na Bienal

04/12/2018

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Cartas de amor aos livros, Luiz Schwarcz

28/11/2018

O livro no Brasil vive seus dias mais difíceis. Nas últimas semanas, as duas principais cadeias de lojas do país entraram em recuperação judicial, deixando um passivo enorme de pagamentos em suspenso. Mesmo com medidas sérias de gestão, elas podem ter dificuldades consideráveis de solução a médio prazo. O efeito cascata dessa crise é ainda incalculável, mas já assustador. O que acontece por aqui vai na maré contrária do mundo. Ninguém mais precisa salvar os livros de seu apocalipse, como se pensava em passado recente. O livro é a única mídia que resistiu globalmente a um processo de disrupção grave. Mas no Brasil de hoje a história é outra. Muitas cidades brasileiras ficarão sem livrarias e as editoras terão dificuldades de escoar seus livros e de fazer frente a um significativo prejuízo acumulado.

As editoras já vêm diminuindo o número de livros lançados, deixando autores de venda mais lenta fora de seus planos imediatos, demitindo funcionários em todas as áreas. Com a recuperação judicial da Cultura e da Saraiva, dezenas de lojas foram fechadas, centenas de livreiros foram despedidos, e as editoras ficaram sem 40% ou mais dos seus recebimentos— gerando um rombo que oferece riscos graves para o mercado editorial no Brasil.

Na Companhia das Letras sentimos tudo isto na pele, já que as maiores editoras são, naturalmente, as grandes credoras das livrarias, e, nesse sentido, foram muito prejudicadas financeiramente. Mas temos como superar a crise: os sócios dessas editoras têm capacidade financeira pessoal de investir em suas empresas, e muitos de nós não só queremos salvar nossos empreendimentos como somos também idealistas e, mais que tudo, guardamos profundo senso de proteção para com nossos autores e leitores.

Passei por um dos piores momentos da minha vida pessoal e profissional quando, pela primeira vez em 32 anos, tive que demitir seis funcionários que faziam parte da Companhia há tempos e contribuíam com sua energia para o que construímos no nosso dia a dia. A editora que sempre foi capaz de entender as pessoas em sua diversidade, olhar para o melhor em cada um e apostar mais no sentimento de harmonia comum que na mensuração da produtividade individual, teve que medir de maneira diversa seus custos, ou simplesmente cortar despesas. Numa reunião para prestar esclarecimentos sobre aquele triste e inédito acontecimento, uma funcionária me perguntou se as demissões se limitariam àquelas seis. Com sinceridade e a voz embargada, disse que não tinha como garantir.

Sem querer julgar publicamente erros de terceiros, mas disposto a uma honesta autocrítica da categoria em geral, escrevo mais esta carta aberta para pedir que todos nós, editores, livreiros e autores, procuremos soluções criativas e idealistas neste momento. As redes de solidariedade que se formaram, de lado a lado, durante a campanha eleitoral talvez sejam um bom exemplo do que se pode fazer pelo livro hoje. Cartas, zaps, e-mails, posts nas mídias sociais e vídeos, feitos de coração aberto, nos quais a sinceridade prevaleça, buscando apoiar os parceiros do livro, com especial atenção a seus protagonistas mais frágeis, são mais que bem-vindos: são necessários. O que precisamos agora, entre outras coisas, é de cartas de amor aos livros.

Aos que, como eu, têm no afeto aos livros sua razão de viver, peço que espalhem mensagens; que espalhem o desejo de comprar livros neste final de ano, livros dos seus autores preferidos, de novos escritores que queiram descobrir, livros comprados em livrarias que sobrevivem heroicamente à crise, cumprindo com seus compromissos, e também nas livrarias que estão em dificuldades, mas que precisam de nossa ajuda para se reerguer. Divulguem livros com especialíssima atenção ao editor pequeno que precisa da venda imediata para continuar existindo, pensem no editor humanista que defende a diversidade, não só entre raças, gêneros, credos e ideais, mas também a diversidade entre os livros de ambição comercial discreta e os de ambição de venda mais ampla. Todos os tipos de livro precisam sobreviver. Pensem em como será nossa vida sem os livros minoritários, não só no número de exemplares, mas nas causas que defendem, tão importantes quanto os de larga divulgação. Pensem nos editores que, com poucos recursos, continuam neste ramo que exige tanto de nós e que podem não estar conosco em breve. Cada editora e livraria que fechar suas portas fechará múltiplas outras em nossa vida intelectual e afetiva.

Presentear com livros hoje representa não só a valorização de um instrumento fundamental da sociedade para lutar por um mundo mais justo como a sobrevivência de um pequeno editor ou o emprego de um bom funcionário em uma editora de porte maior; representa uma grande ajuda à continuidade de muitas livrarias e um pequeno ato de amor a quem tanto nos deu, desde cedo: o livro.

Publicado originalmente pelo Grupo Companhia das Letras

http://www.blogdacompanhia.com.br/conteudos/visualizar/Cartas-de-amor-aos-livros 

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Livros da BEĨ na Festa do Livro da USP! Desconto de até 70%.

COMUNICADO II - Convite Eletrônico 20ª FESTA DO LIVRO DA USP

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