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Bancos indígenas do Xingu no Espaço Cultural Contraponto

12/04/2019

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BEĨ na SP-ARTE

04/04/2019

De hoje a domingo, 4-7 de abril, acontece a SP-Arte 2019, o maior festival de arte da América Latina.

A BEĨ estará em seu estande com preços especiais em alguns dos seus principais títulos e lançamentos.

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Bancos Indígenas do Xingu na SP-ARTE

Oito artistas das etnias Kamayurá, Mehinaku e Waujá, que figuram também na Coleção BEĨ de bancos indígenas, apresentam trabalhos trazidos diretamente do Xingu.

As peças estão expostas no estande Bancos Indígenas do Xingu, no setor de design da feira.

Banco Mutum Waujá l_02 copyBanco Anta Mehinaku 3_005 copy Banco Onça Kamayura 4_002 copy

 

15ª edição da SP-Arte | 4 a 7 de abril de 2019

Quinta a sábado (4 a 6 de abril) : 13h–21h

Domingo (7 de abril): 11h–19h

Informações sobre ingressos: sp-arte.com

Pavilhão da Bienal | Parque Ibirapuera, portão 3

Estande BEĨ  Editora: térreo, ED1

Estande Bancos Indígenas do Xingu: 3º piso, DS14

Estacionamento no Parque com Zona Azul.

 

Conheça o site da Coleção BEĨ de bancos indígenas  

colecaobei.com.br

 

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Dia 27 de fevereiro | Lançamento APRENDENDO A VIVER NA CIDADE

14/02/2019

 

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Destinado a alunos do Ensino Fundamental e Médio, o livro “Aprendendo a viver na cidade” traz um curso com metodologia inovadora para discutir a participação de jovens num mundo cada vez mais urbanizado

Concebido pelos arquitetos Vinicius Andrade Beatriz Vanzolini, em conjunto com a equipe da plataforma Arq.Futuro, o curso “Aprendendo a viver na cidade” tem como objetivo despertar os jovens para a importância de compreender a cidade, ao mesmo tempo descobrindo como interferir nela. O curso é entregue em formato de livro – que já pode ser encontrado nas livrarias – e será lançado oficialmente na Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, no próximo dia 27/02. O curso conta com vídeos e áudios da série Cidade Cidadão, acessíveis por QR Code ou pelo site do Arq.Futuro. Os professores que pretenderem implementá-lo em sala de aula terão acesso a um Caderno dos Professores, em formato digital, com sugestões e propostas pedagógicas.

O curso se baseia na constatação de que, desde 2007, mais da metade da população mundial vive em cidades; no Brasil, a população é majoritariamente urbana desde a década de 1970.  ‘Aprendendo a viver na cidade’ mostra como aconteceu esse processo e quais são suas consequências, traçando um histórico do desenvolvimento das cidades, do conceito de urbanismo e apresentando estudos de caso retirados da realidade brasileira. “Mais que oferecer informação, nosso objetivo é estimular a reflexão e, sempre que possível, a ação”, afirma a autora Beatriz Vanzolini.

Cada capítulo do livro é dividido em aulas que explicam conceitos-chave do urbanismo moderno, detalham os desafios enfrentados pelos grandes centros urbanos e oferecem aos jovens as ferramentas para melhorar sua qualidade de vida. As aulas trazem ainda projetos e atividades que consolidam o aprendizado e dicas de livros e filmes que aprofundam o conteúdo. Vídeos exclusivos e raps compostos por Rafael Gomes, o MC MMoneis, sintetizam os temas apresentados de forma bem-humorada e objetiva.

O arquiteto Vinicius Andrade explica que “a cidade é a extensão da nossa casa, e a qualidade de vida que ela oferece está diretamente relacionada às ações de seus moradores”. É este, na realidade, o grande foco do livro. Para Tomas Alvim, do Arq.Futuro, “o curso aborda a cidade sob a perspectiva do morador, estabelecendo a relação com o território e promovendo o espírito crítico para a atuação cidadã”.

Aprendendo a viver na cidade é um guia para o exercício da cidadania, um curso que permite ao jovem assumir suas responsabilidades e criar, coletivamente, o ambiente em que vive.

SERVIÇO | LANÇAMENTO – APRENDENDO A VIVER NA CIDADE

Data: 27/02

Horário: 19h

Programa:

19h – Bate papo entre a autora Beatriz Vanzolini e Regina Meyer (Doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo, professora titular da FAU-USP).

20h – Assinaturas dos autores

Local: Escola da Cidade

Endereço: Rua General Jardim, 65 – Vila Buarque

 

SOBRE OS AUTORES

Arq.Futuro

O Arq.Futuro é uma plataforma que reúne as mais importantes personalidades, inovações e projetos de arquitetura e urbanismo da atualidade, com o objetivo de contribuir para a melhoria do ambiente construído e da qualidade de vida nas cidades do Brasil. Ao envolver o público brasileiro nos debates sobre arquitetura de qualidade e a necessidade de maiores investimentos em infraestrutura e serviços, o Arq.Futuro pretende contribuir para o crescimento sustentável e justo do país, ao mesmo tempo abrindo espaços para a discussão ampla sobre o desenho e a gestão das cidades. Entre os temas abordados nos eventos organizados pela plataforma estão espaço público, habitação, mobilidade e transporte, infraestrutura, educação, tecnologia, patrimônio arquitetônico e cultural e engajamento. Todo conteúdo gerado pelo Arq.Futuro é registrado e disponibilizado em diversos formatos, que incluem a publicação de livros físicos e digitais e a produção de material audiovisual com imagens e vídeos exclusivos. Mais informações: www.arqfuturo.com.br.

Beatriz Vanzolini

Arquiteta e Urbanista, com formação pela Associação de Ensino de Arquitetura e Urbanismo – Escola da Cidade, em 2009, onde está cursando Pós-Graduação em Arquitetura, Educação e Sociedade. Desde 2018 desenvolve projetos de educação junto ao Arq.Futuro. É autora do livro “Aprendendo a viver na cidade”, professora do Curso Executivo “Inovação Urbana: novas formas de se fazer cidade”, realizado pelo Insper em parceria com o Arq.Futuro, e Professora Assistente de Urbanismo pela Escola da Cidade.

Vinicius Hernandes de Andrade

Arquiteto e Urbanista, formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, em 1992. Sócio-Fundador do escritório Andrade Morettin Arquitetos Associados. Lecionou na Universidade Braz Cubas de 1995 a 1996, leciona na Escola da Cidade desde 2005, e é coordenador do curso executivo de Inovação Urbana realizado no Insper. Eleito vice-presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil – São Paulo para a gestão 2014 – 2016, eleito conselheiro no CAU-sp para o triênio 2018 -2020. Atualmente é membro do conselho cientifico responsável pela curadoria do evento 27o. Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2020 RIO.

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LANÇAMENTO | Aprendendo a viver na cidade

15/01/2019

A  BEĨ Editora e o Arq.Futuro apresentam o livro APRENDENDO A VIVER NA CIDADE.

Aprendendo a viver na cidade é composto por 40 aulas, que une a teoria e a prática. Mais que apenas oferecer informação, a edição busca estimular a reflexão e, sempre que possível, a ação. A edição também traz sugestões de livros, vídeos e filmes para que o leitor amplie seu conhecimento para além dos conteúdos do livro.

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Denise Milan bate-papo com o curador Gabriel Pérez-Barreiro na Bienal

04/12/2018

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Cartas de amor aos livros, Luiz Schwarcz

28/11/2018

O livro no Brasil vive seus dias mais difíceis. Nas últimas semanas, as duas principais cadeias de lojas do país entraram em recuperação judicial, deixando um passivo enorme de pagamentos em suspenso. Mesmo com medidas sérias de gestão, elas podem ter dificuldades consideráveis de solução a médio prazo. O efeito cascata dessa crise é ainda incalculável, mas já assustador. O que acontece por aqui vai na maré contrária do mundo. Ninguém mais precisa salvar os livros de seu apocalipse, como se pensava em passado recente. O livro é a única mídia que resistiu globalmente a um processo de disrupção grave. Mas no Brasil de hoje a história é outra. Muitas cidades brasileiras ficarão sem livrarias e as editoras terão dificuldades de escoar seus livros e de fazer frente a um significativo prejuízo acumulado.

As editoras já vêm diminuindo o número de livros lançados, deixando autores de venda mais lenta fora de seus planos imediatos, demitindo funcionários em todas as áreas. Com a recuperação judicial da Cultura e da Saraiva, dezenas de lojas foram fechadas, centenas de livreiros foram despedidos, e as editoras ficaram sem 40% ou mais dos seus recebimentos— gerando um rombo que oferece riscos graves para o mercado editorial no Brasil.

Na Companhia das Letras sentimos tudo isto na pele, já que as maiores editoras são, naturalmente, as grandes credoras das livrarias, e, nesse sentido, foram muito prejudicadas financeiramente. Mas temos como superar a crise: os sócios dessas editoras têm capacidade financeira pessoal de investir em suas empresas, e muitos de nós não só queremos salvar nossos empreendimentos como somos também idealistas e, mais que tudo, guardamos profundo senso de proteção para com nossos autores e leitores.

Passei por um dos piores momentos da minha vida pessoal e profissional quando, pela primeira vez em 32 anos, tive que demitir seis funcionários que faziam parte da Companhia há tempos e contribuíam com sua energia para o que construímos no nosso dia a dia. A editora que sempre foi capaz de entender as pessoas em sua diversidade, olhar para o melhor em cada um e apostar mais no sentimento de harmonia comum que na mensuração da produtividade individual, teve que medir de maneira diversa seus custos, ou simplesmente cortar despesas. Numa reunião para prestar esclarecimentos sobre aquele triste e inédito acontecimento, uma funcionária me perguntou se as demissões se limitariam àquelas seis. Com sinceridade e a voz embargada, disse que não tinha como garantir.

Sem querer julgar publicamente erros de terceiros, mas disposto a uma honesta autocrítica da categoria em geral, escrevo mais esta carta aberta para pedir que todos nós, editores, livreiros e autores, procuremos soluções criativas e idealistas neste momento. As redes de solidariedade que se formaram, de lado a lado, durante a campanha eleitoral talvez sejam um bom exemplo do que se pode fazer pelo livro hoje. Cartas, zaps, e-mails, posts nas mídias sociais e vídeos, feitos de coração aberto, nos quais a sinceridade prevaleça, buscando apoiar os parceiros do livro, com especial atenção a seus protagonistas mais frágeis, são mais que bem-vindos: são necessários. O que precisamos agora, entre outras coisas, é de cartas de amor aos livros.

Aos que, como eu, têm no afeto aos livros sua razão de viver, peço que espalhem mensagens; que espalhem o desejo de comprar livros neste final de ano, livros dos seus autores preferidos, de novos escritores que queiram descobrir, livros comprados em livrarias que sobrevivem heroicamente à crise, cumprindo com seus compromissos, e também nas livrarias que estão em dificuldades, mas que precisam de nossa ajuda para se reerguer. Divulguem livros com especialíssima atenção ao editor pequeno que precisa da venda imediata para continuar existindo, pensem no editor humanista que defende a diversidade, não só entre raças, gêneros, credos e ideais, mas também a diversidade entre os livros de ambição comercial discreta e os de ambição de venda mais ampla. Todos os tipos de livro precisam sobreviver. Pensem em como será nossa vida sem os livros minoritários, não só no número de exemplares, mas nas causas que defendem, tão importantes quanto os de larga divulgação. Pensem nos editores que, com poucos recursos, continuam neste ramo que exige tanto de nós e que podem não estar conosco em breve. Cada editora e livraria que fechar suas portas fechará múltiplas outras em nossa vida intelectual e afetiva.

Presentear com livros hoje representa não só a valorização de um instrumento fundamental da sociedade para lutar por um mundo mais justo como a sobrevivência de um pequeno editor ou o emprego de um bom funcionário em uma editora de porte maior; representa uma grande ajuda à continuidade de muitas livrarias e um pequeno ato de amor a quem tanto nos deu, desde cedo: o livro.

Publicado originalmente pelo Grupo Companhia das Letras

http://www.blogdacompanhia.com.br/conteudos/visualizar/Cartas-de-amor-aos-livros 

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Livros da BEĨ na Festa do Livro da USP! Desconto de até 70%.

COMUNICADO II - Convite Eletrônico 20ª FESTA DO LIVRO DA USP

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LANÇAMENTO na Bienal de São Paulo | PEDRA: O UNIVERSO ESCONDIDO, livro da artista plástica Denise Milan

26/11/2018

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LANÇAMENTO | PEDRA: O UNIVERSO ESCONDIDO, livro da artista plástica Denise Milan

14/11/2018

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Exposição Bancos Indígenas do Brasil chega ao Museu de Arte Indígena (MAI) em Curitiba

01/11/2018

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