BEĨ Editora

Bem Vindo(a)!

Blog

BEĨ Editora e Galeria Marilia Razuk convidam para o lançamento do livro Roberto Loeb – Arquiteto

11/12/2012

Na próxima quinta-feira, 13 de dezembro, a partir das 19 horas, a Galeria Marilia Razuk abrirá as portas para o lançamento do livro Roberto Loeb – arquiteto, que documenta a obra do arquiteto paulistano – responsável também pelo projeto da própria galeria.

Um dos mais importantes nomes da arquitetura contemporânea brasileira, Loeb é conhecido também por seus projetos de cunho social. Espaços urbanos que estimulam a convivência e projetos norteados pelos princípios da sustentabilidade são características marcantes de sua obra. Muitos de seus prédios são hoje ícones na paisagem paulistana, como o Centro de Cultura Judaica; a fábrica da Natura, em Cajamar, é referência de design sustentável; e construções como a Oficina Boracea e o Projeto Anchieta são exemplos de bem-sucedidas ações de integração social.

Loeb também se distingue pela ousadia, integrando a geração que, nos anos 1980, contestou a primazia do uso do concreto na arquitetura paulista, optando pelas estruturas metálicas. O livro traz, ainda, projetos que o arquiteto qualifica como “utópicos”, verdadeiros exercícios de criatividade, bem como trabalhos desenvolvidos para concursos.

Arquitetos, estudantes, engenheiros e todos os apaixonados por arquitetura e pelas artes estão convidados a comparecer ao lançamento do livro. Venha prestigiar conosco esse grande nome da arquitetura brasileira! A Galeria Marilia Razuk fica na rua Jerônimo da Veiga, 131B, no Itaim Bibi.

“O espaço arquitetônico faz parte da construção de uma sociedade mais rica e interessante. A cidade deve ser um espaço adequado para essa espécie de incubadora de sonhos, de memórias, de entusiasmo e de esperança.” Roberto Loeb

Deixe seu Comentário

Leia os Comentários

BEI convida para o lançamento de Manual de intervenção urbana, do artista visual Eduardo Srur

Amanhã, 12 de dezembro, será lançado no Museu da Imagem e do Som (MIS) Manual de intervenção urbana, livro que reúne os trabalhos, realizados ao longo de dezesseis anos de carreira, de um dos artistas visuais mais bacanas do Brasil: Eduardo Srur.

Famoso por suas intervenções urbanas, principalmente na cidade de São Paulo, Srur foi responsável pela instalação de 20 garrafas pets gigantes nas margens do rio Tietê; pela ação que vestiu dezesseis monumentos paulistanos com coletes salva-vidas, para “reativar visualmente elementos da história, da arquitetura e do convívio social da cidade”, e pelo trabalho “A arte salva”, de 2011, em que 360 boias foram jogadas no espelho d’água do Congresso Nacional, em Brasília, entre outras obras que entraram para o imaginário popular brasileiro. Entre setembro e outubro de 2012, Srur discutiu a mobilidade urbana na metrópole por meio da instalação, a 30 metros de altura, de uma carruagem e quatro cavalos esculpidos em escala real na ponte estaiada da Marginal Pinheiros. Vale lembrar também do polêmico e divertido “Touro Bandido”, ação em que Srur colocou esculturas de touro em posição de acasalamento com as vacas da “Cow Parade”, em São Paulo, questionando o conceito artístico da exposição de arte pública mais conhecida do mundo.

O título Manual de intervenção urbana indica quais foram as intenções de Srur ao decidir lançar um livro: para além da documentação de suas obras e dos depoimentos do próprio artista sobre os conceitos que as norteiam e o impacto que provocaram, a publicação deve funcionar como guia para aqueles que se dispuserem a interferir artisticamente na vida cotidiana de sua cidade.

A BEI Editora convida todos os que acreditam no potencial transformador da arte a vir ao lançamento, que exibirá as obras compiladas no livro em projeções de vídeo. O MIS fica na Avenida Europa, 158, nos Jardins, e o evento começa às 20h. Não perca!

Deixe seu Comentário

Leia os Comentários

Niemeyer, uma arquitetura da sedução

06/12/2012

Na noite de ontem, 5 de dezembro de 2012, o Brasil perdeu o mais aclamado arquiteto da história do país. Nome de influência internacional, Oscar Niemeyer, aos 104 anos, deixa para o mundo um legado que revela as diversas facetas de seu trabalho: cerca de 140 obras construídas e onze livros publicados, além de esculturas e objetos de design.

Mestre da arquitetura moderna brasileira, Niemeyer ficou conhecido pelo uso recorrente de linhas curvas em sua produção arquitetônica, pela preocupação com a beleza e as formas de suas construções e pela forte ligação com a natureza – influência do convívio constante do arquiteto com a floresta, as montanhas e o mar do Rio de Janeiro. Responsável pelos projetos dos edifícios de Brasília, é, ao lado de Lúcio Costa, o nome mais lembrado quando se pensa na concepção da capital nacional.

Visionário, Niemeyer orgulhava-se de ter rompido com o rigor do funcionalismo, preferindo criar “formas que lembram às vezes coisas da natureza ou a mulher desejada, barroca, cheia de curvas, como as mulatas do caro Di Cavalcanti”. O arquiteto também foi conhecido pelo engajamento político – ainda jovem, abraçou ideais de esquerda, aos quais permaneceu fiel por toda a vida.

A BEI Editora lamenta a perda do ser humano e profissional notável que foi Oscar Niemeyer e presta sua homenagem àquele que, muitas vezes, foi chamado de poeta. Não sem razão: certa vez, o arquiteto Mies van der Rohe disse que “a arquitetura é uma linguagem que tem uma disciplina semelhante à da gramática. A linguagem arquitetônica pode ser usada no dia a dia, como a prosa. Quem tem muito talento consegue usá-la como poeta”. Esse era, definitivamente, o caso de Niemeyer.

Para os apaixonados pela obra do arquiteto, a BEI publicou, em 2007, o livro Oscar Niemeyer: uma arquitetura da sedução, com texto de André Corrêa do Lago e apoiado em escritos de Niemeyer, na opinião de críticos e em esclarecimentos prestados pelo próprio arquiteto. Mais informações no site: http://bei.com.br/bei/livros/arquitetura-e-design/oscar-niemeyer-uma-arquitetura-da-seducao/

Deixe seu Comentário

Leia os Comentários